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Disciplinas

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O Mestrado em Desenvolvimento Regional e Sistemas Produtivos (PPDSP) é um curso de pós-graduação stricto-sensu que pode ser integralizado em um prazo mínimo de 12 meses ou em um prazo máximo de 24 meses. Para integralizar o curso, o candidato deverá cumprir um plano de estudos que compreende 24 créditos:

- 6 créditos de disciplinas obrigatórias: Pesquisa e Produção Científica; Desenvolvimento Local e Sistemas Produtivos.

- E 18 créditos de disciplinas eletivas de 45 horas cada uma.

Integralizados os 24 créditos, o discente deverá cursar, com rendimento satisfatório, outras duas disciplinas obrigatórias de “Seminário para Dissertação de Mestrado” (qualificação) e “Pesquisa para Dissertação de Mestrado” (defesa da Dissertação). Nessa etapa o discente deverá se reportar ao orientador semanalmente para informar seus avanços para defesa final em até 24 meses do início do Mestrado.

Ainda, para os alunos bolsistas (apenas), é obrigatório cursar, com rendimento satisfatório, a disciplina “Estágio de Docência” (0 créditos);

Disciplinas obrigatórias: Pesquisa e Produção Científica; Desenvolvimento Local e Sistemas Produtivos, Seminário para Dissertação de Mestrado, Pesquisa para Dissertação de Mestrado.

Disciplinas Eletivas: Sustentabilidade; Serviços e Políticas Públicas; Saúde Pública; Qualidade nas Organizações; Planejamento e Transportes; Inovação, Redes e Arranjos Produtivos; Geração e Difusão de Tecnologia no Agronegócio; Estatística Aplicada; Energia e Meio Ambiente; Empreendedorismo e Desenvolvimento; Educação Pública; Competitividade e Sistemas Produtivos; Ciclo de Vida, Inovação e Marketing Ambiental; Alimentação e Saúde do Trabalhador; Tópicos Especiais em Desenvolvimento Regional; Tópicos Especiais em Sistemas Produtivos; Mercados, Produtos e Vocação Territorial; Gestão e Estratégia nas Organizações, Econoeconomias, Gestão da Inovação, Lean Healthcare.

Também deverá: desenvolver, apresentar e defender o texto de uma dissertação de autoria própria do aluno, perante uma banca examinadora composta por docentes do PPDSP e membros externos ao Programa.

 

Ano de Referência: 2023
Instituição de Ensino: CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECN. CELSO SUCKOW DA FONSECA (CEFET/RJ)
Programa: DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS (31022014010P3)

 

ALIMENTAÇÃO E SAÚDE DO TRABALHADOR
Sigla: DE Número: 68177 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Hábitos e práticas alimentares. Necessidades e recomendações nos diferentes ciclos da vida. A saúde do trabalhador. Segurança alimentar. Avaliação nutricional. Alimentação na promoção da saúde e prevenção de doenças. Métodos e instrumentos para avaliação do consumo alimentar de agregados e indivíduos. Métodos físico-químicos, cromatográficos e espectroscópicos.

Bibliografia:PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 66, DE 25 DE AGOSTO DE 2006 - Altera os parâmetros nutricionais do Programa de Alimentação do Trabalhador - PAT BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação – Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Guia Alimentar para a população brasileira: Promovendo a alimentação saudável/ Alimentação e Nutrição. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. LIGHTFOOT, N. F. Analise microbiológica de alimentos e água: guia para a garantia da qualidade. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2003. 284p. ASSUMPÇÃO, Daniela de et al. Hábito alimentar de adultos brasileiros segundo a condição na força de trabalho. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 40, 2023. SANTOS, Lissandra Amorim et al. Interseções de gênero e raça/cor em insegurança alimentar nos domicílios das diferentes regiões do Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 38, p. e00130422, 2023.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
CICLO DE VIDA, INOVAÇÃO E MARKETING AMBIENTAL
Sigla: DE Número: 68209 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Sustentabilidade e Abordagem do Ciclo de Vida. Produção e Consumo Sustentáveis. Produção Mais Limpa. Economia, Empreendedorismo e Inovação. Inovação Ambiental: Determinantes, Conceitos, Tipologias, Métricas e Políticas. Marketing Ambiental: Conceitos, Características, Ações e Funções. Produtos Ecológicos: Imagem, Eco-design, Embalagem, Certificação, Rotulagem e Garantias. Preço, Distribuição, Comunicação e Marca de Produtos Ecológicos.

Bibliografia:BARBIERI, J. C. Desenvolvimento sustentável: das origens à agenda 2030. Petrópolis: Vozes, 2020. DANGELICO, R. M. & VOCALELLI, D. “Green Marketing”: an analysis of definitions, strategy steps, and tools through a systematic review of the literature. Journal of Cleaner Production, v. 165, p. 1263-1279, 2017. DIAS, R. Eco-inovação: caminho para o crescimento sustentável. São Paulo : Atlas, 2014. HAZARIKA, N. & ZHANG, X. Evolving theories of eco-innovation: a systematic review. Sustainable Production and Consumption, v. 19, July, p. 64-78, 2019. KEMP, R.; ARUNDEL, A.; RAMMER, C.; MIEDZINSKI, M.; TAPIA, C.; BARBIERI, N.; TÜRKELI, S.; BASSI, A. M.; MAZZANTI, M.; CHAPMAN, D.; FERNANDO J. DÍAZ LÓPEZ, F. J. & MCDOWALL, W. Maastricht Manual on Measuring Eco-Innovation for a Green Economy. [Manual]. Innovation for Sustainable Development Network, Maastricht : Netherlands, 2019. LOISEAU, E.; SAIKKU, L.; ANTIKAINEN, R.; DROSTE, N.; HANSJÜRGENS, B.; PITKÄNEN, K,; LESKINEN, P.; KUIKMAN, P. & THOMSEN, M. Green economy and related concepts: an overview. Journal of Cleaner Production, v. 139, p.361-371, 2016. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS BRASIL (ONU BRASIL). Transformando nosso mundo: a agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. [Agenda 2030]. Brasília : ONU Brasil, p. 1-49, 2015. OTTMAN, J. A. As novas regras do marketing verde: estratégias, ferramentas e inspiração para o branding sustentável. São Paulo : Makron Books, 2012. SERVIÇO BRASILEIRO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS (SEBRAE). Pensamento do ciclo de vida: negócios conscientes a caminho da sustentabilidade. Cuiabá, MT : Sebrae, 2017. VILKAITE-VAITONE, N. & SKACKAUSKIENE, I. Green marketing orientation: evolution, conceptualization and potential benefits. Open Economics, v. 2, n. 1, p. 53-62, 2019. WANG, Jianbo et al. Mecanismo de evolução e análise empírica das redes de inovação na indústria transformadora avançada. Transinformação, v. 34, 2022. CRISTÓVÃO, Ana Maria. Dinâmicas inovadoras e promotoras de ambientes de Aprendizagem para o Bem-Estar. Revista de Estudios e Investigación en Psicología y Educación, v. 9, p. 157-180, 2022. FERNANDES, Cleverton Rodrigues; MACHADO, André Gustavo Carvalho; GOMES, Glauco Simões. Fluxo Temporal da Capacidade de Transferência Tecnológica: Além do Ciclo de Vida. Revista de Administração Contemporânea, v. 27, 2022. DE JESUS, Pedro; DA SILVA TOLENTINO, Renata de Sousa; GONÇALVES FILHO, Cid. A influência do marketing verde na intenção de compra do consumidor. Concilium, v. 22, n. 7, p. 166-176, 2022.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
COMPETITIVIDADE E SISTEMAS PRODUTIVOS
Sigla: DE Número: 68204 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: As organizações e a abordagem multiparadigmática para o campo da disciplina de estratégia. As escolas de pensamento sobre formação de estratégias. Gestão do desenvolvimento e o campo da competitividade: os enfoques da competição e da cooperação. A mudança e a adaptação estratégica no contexto dos sistemas produtivos.

Bibliografia:PORTER, M. E. Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência. Rio de Janeiro: Campus, 2004. WRIGHT, P., KROLL, M. J. ; PARNEL, J. Administração Estratégica: conceitos. São Paulo: Atlas, 2000. dos Santos, V. S., & de Souza Aldrigue, N. (2022). Aglomerações Econômicas no Turismo: um estudo sobre clusters e arranjos produtivos locais. Turismo, Sociedade & Território, 4(1), e28510-e28510. JUNIOR, Marciel dos Santos Bispo et al. O SISTEMA PRODUTIVO DA INDÚSTRIA 4.0 E O FATOR ERGONÔMICO. Revista Pesquisa e Ação, v. 8, n. 1, p. 203-222, 2022. MOURA, José Ediglê Alcantara; CAMPOS, Kilmer Coelho. Competitividade da agricultura familiar no sul brasileiro. DRd-Desenvolvimento Regional em debate, v. 12, n. ed. esp. Dossie, p. 191-216, 2022. SILVA BEZERRA, Claudia Maria et al. Capacidade absortiva no contexto da indústria hoteleira: uma análise de práticas de absorção de conhecimentos. PODIUM Sport, Leisure and Tourism Review, v. 11, n. 1, p. 210-235, 2022.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
DESENVOLVIMENTO LOCAL E SISTEMAS PRODUTIVOS
Sigla: DE Número: 68146 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Funcionamento da economia capitalista, crescimento econômico e desenvolvimento econômico. Mecanismos do desenvolvimento regional. Integração da dimensão espacial na análise econômica tradicional. CEPAL/Críticas ao pensamento da CEPAL/O Capitalismo Dependente e o Subdesenvolvimento. Elementos de Atratividade Local. Território, cultura, comunidade cívica, governança, desenvolvimento, intersetorialidade: conceitos para orientar o planejamento e a gestão de territórios. Nichos regionais de inovação e desenvolvimento endógeno. Organização de Sistemas Produtivos. Redes de inovação e organização da produção no espaço. Política e Planejamento do Desenvolvimento Urbano e Regional. O conceito de desenvolvimento rural e suas distintas interpretações. As diferentes abordagens teóricas sobre o desenvolvimento rural. As políticas públicas e os processos de desenvolvimento rural no Brasil. Desenvolvimento local. Economia Solidária.

Bibliografia:• ARVATE, Paulo Roberto. Economia do Setor Público no Brasil. Campus, 2005. • ANDREOLI, Taís Pasquotto. Organização de sistemas produtivos: decisões estratégicas e táticas. Intersaberes, 2014. • BATEMAN, T.; SNELL, S. Administração, novo cenário competitivo. 2.ed.; São Paulo: Atlas, 2006. • BRANDÃO, C.: Território e desenvolvimento: as múltiplas escalas entre o global e o local. Campinas, S. P., Ed. UNICAMP, 2007. • CASTRO, M.; GONÇALVES, S. A. Contexto institucional de referência e governança de redes: estudos em arranjos produtivos locais do estado do Paraná. Revista de Administração Pública, v.48, n.5, p. 1281-1304, 2014. • CKAGNAZAROFF, I.B. Reflexões sobre Estratégias de Governança Local. GES, v.3, n. 5, pp. 23-47, 2009. • CRUZ, Maria do Carmo Meirelles Toledo. Consórcios intermunicipais: uma alternativa de integração regional ascendente. In: CACCIA-BAVA, Sílvio, PAULISC, Veronika e SPINK, Peter (organizadores). Novos contornos da gestão local: conceitos em construção. São Paulo: Instituto Pólis, Programa Gestão Pública e Cidadania/FGV-EAESP, 2002. • DALLABRIDA, V. R. (Org.). Governança territorial e desenvolvimento: descentralização político-administrativa, estruturas subnacionais de gestão do desenvolvimento e capacidades estatais. Rio de Janeiro: Garamond, 2011. • DALLABRIDA, V. R. (Org.). Território, identidade territorial e desenvolvimento regional: reflexões sobre indicação geográfica e novas possibilidades de desenvolvimento com base em ativos com especificidade territorial. São Paulo, SP: LiberArs, 2013. • FEIJÓ-DE-ALMEIDA, Giovana-Goretti. Estratégias das marcas territoriais na representação e reputação dos territórios no âmbito do desenvolvimento regional. EURE, v. 49, n. 146, p. 1-24, 2023. • KRUGMAN, P. Development, geography and economic theory. Cambridge , Massachusetts / London , England : The MIT Press, 1995. • OLIVEIRA, Edson Aparecida de Araújo Querido. NOVOS HORIZONTES PARA O DESENVOLVIMENTO. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, v. 19, n. 1, 2023. • PERROUX, F. A Economia do Século XX. Porto: Herder, 1967. • PERROUX, F. La notion de póle de croissance, Economie Appliquée, 1955 • PIRES, E. L. S. ... [et al.]. Governança territorial: conceito, fatos e modalidades. Rio Claro: UNESP - IGCE : Programa de Pós-graduação em Geografia, 2011. • PLANQUE, B. Le développement par les activités de haute technologie et ses répercussions spatiales: l’exemple de la Sillicon Valley. Revue d’économie régionale et urbaine, 5, p. 911-941, 1985. • POLÈSE, M. Economia urbana e regional: lógica espacial das transformações económicas. Coimbra: APDR, 1998. Complementar • ABRUCIO, F. L.; SANO, H. & SYDOW, C. T. Radiografia do associativismo territorial brasileiro: tendências, desafios e impactos sobre as regiões metropolitanas. In KLINK, J. (org.). Governança das metrópoles: conceitos, experiências e perspectivas. SP: Annablume, 2010. • CUNHA, Rosani Evangelista da Cunha. Federalismo e relações intergovernamentais: os consórcios públicos como instrumento de cooperação federativa. Revista do Serviço Público. Ano 55, número 3, jul-set 2004. p. 5-37. • DAMAS, E. T.. Distritos Industriais da Cidade do Rio de Janeiro: Gênese e desenvolvimento no bojo do espaço industrial carioca. Programa de Pós-Graduação em Geografia. Universidade Federal Fluminense. Dissertação de Mestrado. Niterói, 2008. • DIAS, C. N., Arranjos produtivos locais (APL) como estratégia de desenvolvimento. Desenvolvimento em Questão, v. 9, n. 17, p. 93-122, 2011 • FEIJÓ, Ricardo. Desenvolvimento Econômico: Modelos, Evidências, Opções Políticas e o Caso Brasileiro. 1ª Edição. São Paulo: Editora Atlas, 2007. • FURTADO, Celso Rio de Janeiro O mito do desenvolvimento econômico Paz e Terra 1974 • HIRSCHMANN, Albert. O progresso em coletividade. Experiências de base na América Latina. New York. Fundação Iteramericana. 1986. 75p. (Complementar). • Monteiro Neto, Aristides; Porcionato, Gabriela Lanza. As Superintendências regionais de desenvolvimento : leis complementares de recriação e os planos regionais de desenvolvimento. IPEA, 2019.https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8162 • OLIVEIRA, Francisco de. Aproximações ao enigma: o que quer dizer desenvolvimento local. São Paulo: Instituto Polis; Programa Gestão Pública e Cidadania/EAESP/FGV, 2001. (Complementar): http://www.polis.org.br/download/46.pdf Alguns Links Importantes • Modelar Metrópole: https://www.modelarametropole.com.br/ • As Superintendências regionais de desenvolvimento : leis complementares de recriação e os planos regionais de desenvolvimento. http://hdl.handle.net/11058/8137 • SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DA AMAZÔNIA – SUDAM: http://antigo.sudam.gov.br/ • SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE - SUDENE: http://antigo.sudene.gov.br/ • Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba - Codevasf: https://www.codevasf.gov.br/acesso-a-informacao/institucional • OBSERVATÓRIOS DE PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS – PPP BRASIL: http://www.pppbrasil.com.br/portal/ • THE WORLD BANK: Community-Driven Development (CDD). https://www.worldbank.org/en/topic/communitydrivendevelopment • Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado – PDUI: https://fnembrasil.org/pdui/ • WORLD BANK - Local Economic Development - https://collaboration.worldbank.org/content/sites/collaboration-for-development/en/groups/cdd-and-local-economic-development.html

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
EDUCAÇÃO PÚBLICA
Sigla: DE Número: 68203 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Retrospectiva político-educacional brasileira. Sistemas educacionais no Brasil. Educação comparada. As políticas educacionais na contemporaneidade, seus limites e possibilidades no contexto escolar brasileiro. As questões contemporâneas em torno das ações de inclusão social. Noção de cidadania e sustentabilidade.

Bibliografia:CARNEIRO, Moaci Alves. LDB fácil: leitura crítico - compreensiva artigo por artigo. 13. ed. Petrópolis-RJ: Vozes, 2006. LEI Nº 13.005, DE 25 DE JUNHO DE 2014. Plano Nacional de Educação, 2015. Artigos Complementares. Ponce, B. J., & Ferrari, A. R. D. S. (2022). Educação para a superação do racismo no contexto de uma escola pública. Práxis Educativa, 17. Flach, L., Sallaberry, J. D., Venturini, L. D. B., Mattos, L. K., & Bittencourt, B. R. (2022). Gestão pública de Smart Cities brasileiras e seus efeitos na educação local. Education Policy Analysis Archives, 30, 24-24. MELLO, José André Villas Boas et al. Visão Docente sobre Sustentabilidade em Uma Instituição de Ensino Brasileira. Sisyphus: Journal of Education, v. 9, n. 3, p. 108-124, 2021.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
EMPREENDEDORISMO E DESENVOLVIMENTO
Sigla: DE Número: 68201 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: A competitividade organizacional e territorial, com foco em estratégias baseadas na criação de negócios e empreendimentos inovadores que potencializam avanços em termos de melhoria da performance organizacional e do desenvolvimento local (local aqui entendido como o espaço sobre o qual se estabelece as relações socioeconômicas dos empreendimentos produtivos). As teorias, modelos e abordagens que descrevem e explicam o empreendedorismo e sua relação com o desenvolvimento das regiões. Empreendedorismo e seus conceitos culturais e sociais. Indústria Criativa/ Economia Criativa/ Internet das Coisas- IoT/ Economias de Plataformas digitais/ Elementos de Atratividade Local/ Empreendimentos Econômicos Solidários.

Bibliografia:• Amaral, R. M. do, & Afonso, H. C. A. da G. (2022). Green areas and the potential of Nova Iguaçu municipal natural park (PNMNI) for the hypothesis of the basket of territorial goods and services. Revista Produção E Desenvolvimento, 8(1), e618. https://doi.org/10.32358/rpd.2022.v8.618 • AMORIM, Marcos; BANDEIRA, Patricia Bock; DE OLIVEIRA, Manoela Ziebell. Empreendedorismo feminino: estudo comparativo entre homens e mulheres sobre motivações para empreender. Revista Psicologia: Organizações e Trabalho, 2020. • Ariele Silva Moreira Rodrigues, Luisa Cavalcanti Santiago Gaspar, Danielle Rezende Rodrigues, & Herlander Costa Alegre da Gama Afonso. (2021). Fatores Críticos Relacionados ao Empreendedorismo Feminino. https://doi.org/10.5281/zenodo.4683758 • Coutinho Parreiras, Marcus Vinícius, Barbosa Procópio, Daniel, & Alegre da Gama Afonso, Herlander Costa. (2021). Mapeando o perfil de jovens futuros empreendedores da Baixada Fluminense, Rio Janeiro, Brasil, usando análise de correlação matemática. Espacio Abierto, 30(2), 118–134. https://doi.org/10.5281/zenodo.4966134 • DALLABRIDA, V. R. (Org.). Território, identidade territorial e desenvolvimento regional: reflexões sobre indicação geográfica e novas possibilidades de desenvolvimento com base em ativos com especificidade territorial. São Paulo, SP: LiberArs, 2013. • D'Andria, A. and Gabarret, I. Building 21st Century Entrepreneurship. John Wiley & Sons, Ltd, 2017, vol. 2, 188p. https://doi.org/10.1002/9781119419709.fmatter • DOS REIS NEVES, Joyce Neri; DAVEL, Eduardo Paes Barreto. A TERRITORIALIDADE DO EMPREENDEDORISMO: PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA O EMPREENDEDEDORISM0 CULTURAL. Gestão & Regionalidade, v. 37, n. 112, 2021. • DOSI, G. Mudança técnica e transformação industrial. Campinas: Editora da Unicamp, 2006. • FEIJÓ-DE-ALMEIDA, Giovana-Goretti. Estratégias das marcas territoriais na representação e reputação dos territórios no âmbito do desenvolvimento regional. EURE, v. 49, n. 146, p. 1-24, 2023. • FERREIRA, ARIELE DA SILVA MOREIRA RODRIGUES. “ECONOMIA CRIATIVA - UM PROCEDIMENTO PARA A QUALIFICAÇÃO DOS FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO PARA O DESENVOLVIMENTO DA BAIXADA FLUMINENSE/RJ”. Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro: PPDSP/CEFET-RJ, setembro de 2021, 171p • FILHO, JAIR DO AMARAL (2001). A Endogeneização no Desenvolvimento Econômico Regional e Local. IPEA, pp. 261-286. • FLEMING, Tom. A ECONOMIA CRIATIVABRASILEIRA: Análise da Situação e Avaliação do Programa de Empreendedorismo Social e Criativo Financiado pelo Newton Fund British Council, 2018, pp. 44. • JULIEN, Pierre-André. Empreendedorismo regional e economia do conhecimento. Saraiva, 2010. • Lackéus, M. (2015). Entrepreneurship in Education: What, Why, When, How. OECD, pp. 45.iin: https://www.oecd.org/cfe/leed/BGP_Entrepreneurship-in-Education.pdf • LEITE, Maria Juliana Ferreira et al. Geoprodutos em comunidades turísticas para o desenvolvimento sustentável e empreendedorismo social: um estudo de caso. Revista Producao Online, v. 21, n. 3, p. 913-929, 2021. • Rae, David (2005). Entrepreneurial learning: a narrative-based conceptual model. Journal of Small Business and Enterprise Development, Vol. 12 No. 3, 2005, pp. 323-335, DOI 10.1108/14626000510612259 • SWINBURN, G., GOGA, S., MURPHY, F., (2006). DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL: UM MANUAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO LOCAL E PLANOS DE AÇÃO. Banco Mundial, 100p. • WOLFF, Simone. Desenvolvimento local, empreendedorismo e "governança" urbana: onde está o trabalho nesse contexto?. Cad. CRH, Salvador, v.27, n.70, p.131-150, Apr. 2014

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
ENERGIA E MEIO AMBIENTE
Sigla: DE Número: 68198 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Padrões de uso da energia no Brasil, a conservação, a energia de combustíveis fósseis, a energia solar, as fontes renováveis de energia e a energia nuclear. Destaque à participação das fontes renováveis na matriz energética brasileira, procurando contribuir para o debate da questão energética nacional. Estudo de Caso de Modelos Sustentáveis de Produção e Desenvolvimento.

Bibliografia:DREW, David. Processos interativos homem-meio ambiente. Ed. Bertrand Brasil. 2005 LEITE, Paulo Roberto. Logística reversa, meio ambiente e competitividade. Ed.Pearson. 2009. SILVA , Ennio Peres. Fontes Renováveis de Energia - Produção de Energia Para Um Desenvolvimento Sustentável. Livraria Da Física. 2014 KLEINBACH, Merlin; HINRICHS, Roger A.; REIS, Lineu Belico dos. Energia e Meio Ambiente. Cengage Learning, 2010. PASSEROTTI, Denis. O fomento à produção de energia renovável e os instrumentos financeiros de preservação do meio ambiente. Editora Dialética, 2022. FERREIRA, André Luís; SILVA, Felipe Barcellos. Universalização do acesso ao serviço público de energia elétrica no Brasil: evolução recente e desafios para a Amazônia Legal. Revista Brasileira de Energia, v. 27, n. 3, p. 135-154, 2021.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
ESTATÍSTICA APLICADA
Sigla: DE Número: 68189 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Ferramentas estatísticas da qualidade, Medidas para amostras, probabilidade, distribuição discreta e normal, Teste de hipóteses, Gráficos de controle e amostragem. Aplicações com uso de ferramentas computacionais de apoio a pesquisa.

Bibliografia:VIEIRA, Sonia. Estatística para a qualidade como avaliar com precisão a qualidade em produtos e serviços. Ed.Campus. 2014. MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros 2ª Edição; Rio de Janeiro: LTC, 2003. FREUND, John E. Estatística aplicada: economia, administração e contabilidade. Tradução de Claus Ivo Doering. 11.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 536p DA SILVA FILHO, José Adeilton; LAGES, André Maia Gomes; DOS SANTOS, Anderson Moreira Aristides. Estatística para identificar a especificidade do ativo: análise dos custos de transação no mercado bovino. Ágora: revista de divulgação científica, v. 25, p. 172-199, 2020.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
GERAÇÃO E DIFUSÃO DE TECNOLOGIAS
Sigla: DE Número: 68205 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Desenvolvimento de tecnologias e inovação. O cenário atual do agronegócio brasileiro. Conceitos em Agronegócio. Análise de fatores críticos e de sucesso no agronegócio. Políticas públicas para o agronegócio. Sustentabilidade, tendências e inovações para o agronegócio brasileiro. Difusão Tecnológica no agronegócio.

Bibliografia:ARAUJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. São Paulo: Editora Atlas. 2018. CALLADO, A.A.C. Agronegócio. 4 edição. São Paulo: Editora Atlas. 2015. PERES, T.B.& FAVACHO, F. Agronegócio. v.1. Chiado Editora Brasil. 2017. ZUIN, L.F.S.& QUEIROZ, T.R. Agronegócios: gestão, inovação e sustentabilidade. 2 edição. Editora Saraiva. 2019.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
GESTÃO E ESTRATÉGIA DAS ORGANIZAÇÕES
Sigla: DSP Número: 2024 Créditos: 3
Data de Início: 04/10/2021 Data de Fim: -

Ementa: Gestão estratégica de organizações e bases para elaboração do planejamento organizacional. Cenários organizacionais e capacitações dinâmicas. Ecologia organizacional, redes e stakeholders. Visão baseada em recursos, modelos de negócios e geração de vantagem competitiva sustentável. Perspectivas teóricas e Estudos de Caso.

Bibliografia:MINZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safari de estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre: Bookman. 2000. MORGAN, Gareth. Imagens da organização. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2006. SENGE, M. Peter. A Quinta Disciplina: Arte e prática da organização que aprende. 26 ed. Rio de Janeiro: Best Seller, 2010. BELTRAMINI, Luisa de Moraes; CEPELLOS, Vanessa Martines; PEREIRA, Jussara Jéssica. Mulheres jovens,“teto de vidro” e estratégias para o enfrentamento de paredes de cristal. Revista de Administração de Empresas, v. 62, 2022. KOROGLU, Şennur; OZMEN, Omur. The mediating effect of work engagement on innovative work behavior and the role of psychological well-being in the job demands–resources (JD-R) model. Asia-Pacific Journal of Business Administration, v. 14, n. 1, p. 124-144, 2022. VILLAS BOAS MELLO, José André; JORGE PINTO, Bruno Guimarães; RIBEIRO MELLO, Andréa Justino. SWOT analysis and GUT matrix for business management and problem solving: an application in a Brazilian case-study. Cuadernos de Gestión, v. 22, n. 1, 2022.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
INOVAÇÃO, REDES E ARRANJOS PRODUTIVOS
Sigla: DE Número: 68193 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: As dimensões sócio-culturais e intersubjetivas contidas na produção de conhecimentos; Dinâmica da ciência e tecnologia no contexto social: ciência, tecnologia e trabalho: atores, organizações e redes sociais; Novas tecnologias, sistema de inovação e desenvolvimento auto-sustentável; Valores éticos e morais estruturados no processo de cooperação tecnológica em rede; Redes de cooperação em pesquisa e desenvolvimento articulados em sistemas de inovação; Novas tecnologias de co-produção emergentes em comunidades locais. O papel das redes no desenvolvimento da cidade na ótica do planejamento.

Bibliografia:BRITTO, Jorge Nogueira de Paiva. Cooperação interindustrial e redes de empresas. In: KUPFER, D. & HASENCLEVER, L. (Orgs.). Economia Industrial: fundamentos teóricos e práticas no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2013, p. 211-230. DIAS, Leila C. e SILVEIRA, Rogério L. L. (Orgs). Redes. Sociedades e territórios. Santa Catarina: Edunisc, 2005. FIGUEIREDO, Paulo Cesar Negreiros de. Gestão da inovação: conceitos, métricas e experiências de empresas no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2015. IGLIORI, Danilo Camargo. Economia dos clusters industriais e desenvolvimento. São Paulo: Iglu: Fapesp, 2001. RAPINI, Márcia Siqueira; SILVA, Leandro Alves; ALBUQUERQUE, Eduardo da Motta (Orgs.). Economia da ciência, tecnologia e inovação: fundamentos teóricos e a economia global. Curitiba : Prismas, 2017. SUZIGAN, Wilson; ALBUQUERQUE, Eduardo da Motta; CARIO, Silvio Antonio Ferraz. (Orgs.). Em busca da inovação: interação universidade-empresa no Brasil. Belo Horizonte : Autêntica, 2011. TIDD, Joe; BESSANT, John. Gestão da inovação. 5. ed. Porto Alegre : Bookman, 2015. TIGRE, Paulo Bastos. Gestão da inovação: a economia da tecnologia do Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro : Elsevier, 2014. LIRA, Jordana Soares de et al. Consumo Consciente de Moda e a Percepção do Consumidor: Estudo no Arranjo Produtivo Local de Confecções de Pernambuco. BBR. Brazilian Business Review, v. 19, p. 96-115, 2022. DA SILVA ANTERO, Cecilia Alves et al. ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS E REPRESENTAÇÃO DE INTERESSES NO TURISMO. RAEGA-O Espaço Geográfico em Análise, v. 55, p. 93-112, 2022.

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LEAN HEALTHCARE
Sigla: DSP Número: 2026 Créditos: 3
Data de Início: 28/07/2022 Data de Fim: -

Ementa: Introdução a mentalidade enxuta - Produção em massa x Produção enxuta; - 7 desperdícios; - 5 S; - Sistema Toyota de Produção; - Kaizen. - Mapa do fluxo de valor; - Desenho do estado atual e projeto de estado futuro. - Jidoka; - Kanban; - Poka-yoke; - Andon; - 5W2H; - MASP; - Diagrama de Ishikawa; - Indicadores de Desempenho; - Aplicações na área de saúde

Bibliografia:PASCAL, Denis. Lean production simplified : a plain language guide to the world's most powerful production system. 2º Edição, Productivity Press, New York, 2007. LANE, Greg. Lean production simplified : a plain language guide to the world's most powerful production system. 1º Edição, Productivity Press, New York, 2007. GEORGE, Michael L. The lean Six Sigma pocket toolbook : a quick reference guide to nearly 100 tools for improving process quality, speed, and complexity. 1º Edição, McGraw-Hill, London, 2005. VIEIRA, Bruno Barbosa et al. An integrated cost model based on real patient flow: exploring surgical hospitalization. In: Healthcare. MDPI, 2022. p. 1458. SENNA, P., REIS, A. D.C., Leão Santos, I., & Claudia Dias, A. Healthcare supply chain risk management in Rio de Janeiro, Brazil: What is the current situation?. Work, n. Preprint, p. 1-16, 2022.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
MERCADOS, PRODUTOS E VOCAÇÃO TERRITORIAL
Sigla: DSP Número: 2023 Créditos: 3
Data de Início: 09/10/2020 Data de Fim: -

Ementa: TRATAR DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS SOBRE MERCADOS, PRODUTOS E VOCAÇÃO TERRITORIAL. IDENTIFICAR POTENCIALIDADES E DEMANDAS EMERGENTES. A DISCIPLINA SERÁ ADOTADA COM BASE EM INTERESSES TEMÁTICOS.

Bibliografia:BRASIL. INSTRUÇÃO NORMATIVA N. 65. 2019. Estabelece os padrões de identidade e qualidade para os produtos de cervejaria. DISPONÍVEL EM: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/instrucao-normativa-n-65-de-10-de-dezembro-de-2019-232666262. ACESSO EM: 15 AGO. 2020. CERVBRASIL. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CERVEJA. ANUÁRIO 2015. DISPONÍVEL EM:WWW.CERVBRASIL.ORG.BR/ARQUIVOS/ ANUARIO_CB_2015_WEB.PDF>. ACESSO EM: 10 DEZ. 2019 SICOBE. PRODUÇÃO DE CERVEJAS E REFRIGERANTES. RECEITA FEDERAL DO BRASIL: BRASÍLIA. DISPONÍVEL EM: HTTP://IDG.RECEITA.FAZENDA.GOV.BR/ORIENTACAO/TRIBUTARIA/REGIMES-E-CONTROLES-ESPECIAIS/SISTEMA-DE-CONTROLE-DE-PRODUCAO-DE-BEBIDAS-2013-SICOBE>. ACESSO EM: 27 NOV. 2019. AZEVEDO, Pedro; PEREIRO, Xerardo. A Oferta Turística de Percursos Pedestres em Trás-OsMontes e Alto Douro (TMAD): Mecanismos de Desenvolvimento Regional?. RPER, n. 62, p. 39-55, 2022. DO AMARAL, Rebeca Martins; DA GAMA AFONSO, Herlander Costa Alegre. Áreas verdes e a potencialidades do parque natural municipal de Nova Iguaçu (pnmni) para a hipótese da cesta de bens e serviços territoriais. Revista Produção e Desenvolvimento, v. 8, n. 1, p. e618-e618, 2022. PRADO, Fernando Henrique et al. O processo social de construção de indicação geográfica: desenvolvimento territorial sustentável no Planalto Norte Catarinense. Desenvolvimento e Meio Ambiente, v. 59, 2022. CAZELLA, Ademir Antonio et al. O enfoque da cesta de bens e serviços territoriais: seus fundamentos teóricos e aplicação no Brasil. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, v. 16, n. 3, 2020. CRESCENZI, Riccardo et al. Geographical Indications and local development: the strength of territorial embeddedness. Regional Studies, v. 56, n. 3, p. 381-393, 2022. GONG, Weihang; LI, Victor Jing. The territorial impact of high-speed rail on urban land development. Cities, v. 125, p. 103581, 2022.

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METODOLOGIAS EM ESTUDOS URBANOS
Sigla: DSP Número: 2025 Créditos: 3
Data de Início: 17/05/2022 Data de Fim: -

Ementa: Visão geral sobre as formas de classificação da pesquisa: quanto à finalidade, à abordagem, à natureza, aos objetivos, aos procedimentos técnicos. As técnicas de coleta de dados e suas características. A categorização das informações segundo procedimentos de análise dos dados utilizados. Os estudos territoriais e suas peculiaridades. O desafio da cidade, a análise de fontes históricas, a análise espacial, e as diferentes formas interdisciplinares de abordar a cidade e o urbano. 1 – Visão geral sobre as formas de classificação de pesquisa 2 – Abordagens e seus caminhos: a abordagem qualitativa e a abordagem quantitativa 2.1 – Pesquisa qualitativa 2.2 – Pesquisa quantitativa 2.3 – As técnicas de coleta de dados e os procedimentos de análise 2.3.1 – Questionários 2.3.2 – Entrevistas 2.3.3 – Análise documental 3 – Procedimentos de Pesquisas 3.1 – Pesquisas Bibliográficas 3.2 – Pesquisas Participativas 3.3 – Estudos de Caso 4 – Estudos Territoriais 4.1 – Tipos de Análises 4.2 – Algumas ferramentas e considerações relevantes

Bibliografia:LEIVA, Guilherme de Castro; SATHLER, Douglas; ORRICO FILHO, Romulo Dante. Estrutura urbana e mobilidade populacional: implicações para o distanciamento social e disseminação da Covid-19. Revista Brasileira de Estudos de População, v. 37, 2020. TONUCCI, João Bosco Moura; CRUZ, Mariana de Moura. O comum urbano em debate: dos comuns na cidade à cidade como comum?. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, v. 21, p. 487-504, 2019. CANOVA, Katia. Urbanidade e Justiça Espacial na cidade de São Paulo: metodologia de análise e subsídio para tomada de decisão no planejamento urbano. Confins. Revue franco-brésilienne de géographie/Revista franco-brasilera de geografia, n. 48, 2020. VENTURA, Katia Sakihama; SUQUISAQUI, Ana Beatriz Valim. Aplicação de ferramentas SWOT e 5W2H para análise de consórcios intermunicipais de resíduos sólidos urbanos. Ambiente construído, v. 20, p. 333-349, 2019. Agier, Michel. Antropologia da cidade. Lugares, situações, movimentos, São Paulo: Terceiro Nome. 2011 Andranovich, Gregory & Gerry Riposa. Doing Urban Research, Newbury Park, CA: SAGE. 1993

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PESQUISA E PRODUÇÃO CIENTÍFICA
Sigla: DE Número: 68145 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: A escolha do tema de uma pesquisa. A pesquisa na área de Planejamento Urbano Regional. Integridade cientifica. A acessibilidade das fontes: dados primários e dados secundários. Levantamento da documentação. Leitura e ordenamento do material. O quadro metodológico da pesquisa. Reexame do tema à luz do material recolhido. Produção Textual em área temática.

Bibliografia:ALVES-MAZZOTTI, A. J; GEWANDSZNAJDER, F. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa, 2. ed. São Paulo : Pioneira, 1998. EISENHARDT, Kathleen. M. Building theories from case study research. The Academy of Management Review, v. 14, n. 4, p. 532-550, 1989. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo : Atlas, 2011. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo : Atlas, 2012. LAVILLE, Cristian; DIONNE, Jean; MONTEIRO, Heloísa (Orgs.). SATTIERRI, Francisco (Trad.). A construção do saber: manual de metodologia de pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Editora Artes Médicas (ARTMED); Belo Horizonte: UFMG, 1999. VASCONCELOS, Eduardo Mourão. Complexidade e pesquisa interdisciplinar: epistemologia e metodologia operativa. 6. ed. Petrópolis, RJ : Vozes, 2013. RODRIGUES, Ariele Silva Moreira; MELLO, José André Villas Boas; DA GAMA AFONSO, Herlander Costa Alegre. Desenvolvimiento estimulado por empreendedorismo em incubadoras de empresa: Uma revisão sistemática. MÉI: Métodos de Información, v. 10, n. 19, p. 1-27, 2019.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
PESQUISA PARA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
Sigla: DE Número: 68301 Créditos: 0
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Desenvolvimento da dissertação de mestrado com acompanhamnto do oientador

Bibliografia:A ser determinada pelo orientador após a escolha do tema de Dissertação. MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO CEFET, 2016.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
PLANEJAMENTO E TRANSPORTES
Sigla: DE Número: 68186 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Planejamento, mobilidade e acessibilidade. Transporte e Uso do Solo. Demanda e Conceito de Elasticidade. Planejamento de Transportes. Modelo Sequencial e de Geração de Viagens. Modelo de Distribuição de Viagens. Divisão Modal e alocação de fluxo. Indicadores de sustentabilidade e desenvolvimento.

Bibliografia:CAMPOS, Vânia Barcellos Gouvêa. Planejamento de transportes: conceitos e modelos. 1. ed. – Rio de Janeiro: Interciência, 2013 PORTUGAL, L.S. Transporte, Mobilidade e Desenvolvimento Urbano. Elsevier, 2017 VALENTE, A.M. et al. Qualidade e Produtividade nos Transportes. CENGAJE Learning Ed. São Paulo, 2008. MELLO, Andréa; PORTUGAL, Licinio. Um procedimento baseado na acessibilidade para a concepção de Planos Estratégicos de Mobilidade Urbana: o caso do Brasil. EURE (Santiago), v. 43, n. 128, p. 99-125, 2017. PORTUGAL, L. S., Mello, A. J. R., Lima, G. C. L. S. Planejamento estratégico da mobilidade urbana sustentável: um procedimento simples baseado em três etapas. Revista dos Transportes Públicos-ANTP-Ano, v. 41, p. 2º, 2019. BUSARELLO, Mônica Tatiana Bunese; REIS, Clóvis. Circuito de cicloturismo e transformações territoriais no Médio Vale do Itajaí/SC (2006/2018). Revista Brasileira de Planejamento e Desenvolvimento, v. 12, n. 1, p. 106-121, 2023.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
QUALIDADE NAS ORGANIZAÇÕES
Sigla: DE Número: 68182 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Abordagem histórica da qualidade. Sobrevivência e produtividade. Controle da qualidade total (TQC). Métodos de análise e solução de problemas. Casos de melhoria contínua e os sistemas produtivos.

Bibliografia:CAMPOS, Vicente Falconi. TQC Controle da Qualidade Total no Estilo Japonês. 2014. JURAN, J. M. A qualidade desde o projeto: novos passos para o planejamento da qualidade em produtos e serviços. São Paulo: Cengage Learning, 1992. 551 p. IBARRA, José Fernando Villamayor et al. BIM+ Lean para integração do controle de produção e qualidade em canteiros de obras. Ambiente Construído, v. 22, p. 7-25, 2022. ZONNENSHAIN, Avigdor; KENETT, Ron S. Quality 4.0—the challenging future of quality engineering. Quality Engineering, v. 32, n. 4, p. 614-626, 2020.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
SAÚDE PÚBLICA
Sigla: DE Número: 68179 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Tipos de sistemas de saúde. Organização dos serviços. Sistema Único de Saúde. Qualidade dos serviços. Políticas de saúde. A saúde do homem e da mulher. Avaliação de serviços de saúde. Avaliação de programas de saúde. Avaliação de desempenho de sistemas de saúde. O processo saúde-doença. Ações responsáveis no campo das políticas públicas: família, sociedade e estado. O desenvolvimento regional e as políticas públicas de melhoria da qualidade de vida.

Bibliografia:BRASIL. Lei Federal n°8080 de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Brasília, DOU 20 set. 1990. BRASIL. Lei Federal n°8142 de 28 de dezembro de 1990 Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Brasília, DOU, 31 dez. 1990. SCLIAR, M. (org.). Saúde pública: histórias, políticas e revolta. São Paulo: Scipione, 2002. OGUISSO, T.; ZOBOLI, E. Ética e bioética: desafios para a enfermagem e a saúde. Barueri, SP: Manole, 2006. GIOVANELLA, L. et al. Políticas e sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, Cebes, 2008. NOVAES, H.M.D. Avaliação de programas, serviços e tecnologias em saúde. Rev Saúde Pública, 34(5):547-59, 2000. REIS, A.; PEREIRA, A. Saúde de Homens. Editora Águia Dourada, 2017. SILVA, L.K. Avaliação tecnológica e análise de custo-efetividade em saúde: a incorporação de tecnologias e a produção de diretrizes clínicas para o SUS. Ciência & Saúde Coletiva 2003, 8(2):501-520, 2003. MENEZES, Ana Paula do Rego; MORETTI, Bruno; REIS, Ademar Arthur Chioro dos. O futuro do SUS: impactos das reformas neoliberais na saúde pública–austeridade versus universalidade. Saúde em debate, v. 43, p. 58-70, 2020. CAMARGO, Diângeli Soares; CASTANHEIRA, Elen Rose Lodeiro. Ampliando o acesso: o Acolhimento por Equipe como estratégia de gestão da demanda na Atenção Primária à Saúde (APS). Interface-Comunicação, Saúde, Educação, v. 24, p. e190600, 2020. JESUS, Lisieux Eyer de et al. Quanto custa uma consulta médica especializada para as famílias de pacientes pediátricos no Sistema Único de Saúde?. Cadernos de Saúde Pública, v. 39, 2023.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
SEMINÁRIO PARA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
Sigla: DE Número: 68300 Créditos: 0
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Elaboração e apresentação da proposta de dissertação a ser defendida perante banca avaliadora

Bibliografia:A ser determinada pelo orientador após a escolha do tema de Dissertação. MANUAL DE ORIENTAÇÃO DE TESES E DISSERTAÇÕES DO CEFET, 2016.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
SERVIÇOS E POLÍTICAS PÚBLICAS
Sigla: DE Número: 68170 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Política Pública e Desenvolvimento. Dimensão de conteúdo (tipos de política pública); Dimensão temporal (ciclo de políticas públicas); dimensão espacial (instituições); dimensão de atores; dimensão comportamental (estilos de políticas públicas). Conceito de serviços públicos. Parcerias na exploração e gestão de bens públicos. Tecnologia da informação aplicada aos serviços. Avaliação de serviços públicos. A Dimensão extensão no contexto de suporte e apoio à políticas públicas. Casos aplicados.

Bibliografia:CARR, David K.; LITTMAN, Ian D. Excelência nos Serviços Públicos. Qualitymark, 1998. BRUDEKI, Nelson Martins. Gestão de Serviços Públicos Municipais. Ibpex, 2013. CORRÊA, Henrique L.; CAON, Mauro. Gestão de serviços. São Paulo: Atlas, 2002. ROCHA, J.A.O. Gestão da Qualidade: Aplicação aos Serviços Públicos. Escolar Editora, 2006. MADEIRA, L.M. Avaliação de Políticas Públicas. UFRGS/CEGOV, 2014 SECCHI, Leonardo. Políticas Públicas - Conceitos, Esquemas de Análise, Casos Práticos. Cengage Learning - 2ª Ed. 2013 DI GIOVANNI, G. As Estruturas Elementares das Políticas Públicas. (Caderno de Pesquisa Nº 82). Campinas: NEPP, Unicamp, 2009. MORAN, M., REIN, M., GOODIN, R.E. The Oxford Handbook of Public Policy. New York: Oxford University Press, 2006. LÜTZ, Karen Chisini Coutinho et al. Utilização dos serviços públicos de saúde especializados por pessoas idosas no sul do Brasil. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol, v. 25, n. 1, p. e220183, 2022. COSTA, Danielle Conte Alves Riani et al. Crisis económica y disparidades en el gasto, oferta y uso de los servicios de salud públicos y privados en Brasil en el período 2011-2019. Cadernos de Saúde Pública, v. 38, 2022. MLC, Mónica Lizeth Cardozo MLC; MBD, Marcelo Bentes Diniz. Os serviços ecossistêmicos dos recursos hídricos da Bacia Amazônica como Bens Públicos Globais. Agua y Territorio/Water and Landscape, n. 21, 2023.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
SUSTENTABILIDADE
Sigla: DE Número: 68147 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: A degradação dos recursos naturais, a extinção das espécies, o aquecimento global. Estudo de degradação do meio ambiente e de impactos ambientais. A biodiversidade como elemento de importância estratégica. Bioindicadores de degradação do meio ambiente. A incorporação de modelos sustentáveis de uso dos recursos naturais. Princípios básicos para a conceituação de impacto ambiental. Avaliação de impacto ambiental e legislação pertinente (Resoluções Conama 001/86 e 237/97). Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). Instrumentos de planejamento e gestão ambiental.

Bibliografia:AMATO NETO, J. (Org.). Sustentabilidade & produção: teoria e prática para uma gestão sustentável. São Paulo: Atlas, 2011. DIAS, Reinaldo. Sustentabilidade: origem e fundamentos, educação e governança global e modelo de desenvolvimento. São Paulo : Atlas, 2015. DIAS, Reinaldo. Gestão ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. 3 ed. São Paulo : Atlas, 2017. MAY, Peter H. Economia do meio-ambiente: teoria e prática. 2 ed. Elsevier, 2010. ALMEIDA, Fernando. Os desafios da sustentabilidade uma ruptura urgente. Ed. Elsevier. 2007 GADOTTI, Moacir, Educar para a sustentabilidade uma contribuição à década da educação para o desenvolvimento sustentável. Instituto Paulo Freire. 2009. TISOCO, Milena Caroline; PINHEIRO, Ivone Gohr. Indicadores de Sustentabilidade da Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos para Municípios Brasileiros: Desenvolvimento e Validação da Ferramenta. Revista Brasileira de Geografia Física, v. 16, n. 01, p. 063-080, 2023. SILVA, Ronison Oliveira et al. A PRÁTICA DO GREENWASHING NO CONTEXTO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA. Colóquio Organizações, Desenvolvimento e Sustentabilidade, v. 13, 2023. STEIGLEDER, Clara Natalia et al. A SUSTENTABILIDADE COMO POTENCIALIZADORA DA INDISSOCIABILIDADE ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO. Expressa Extensão, v. 28, n. 1, p. 91-101, 2023. ZENZELHUK, Franciele; STEFANI, Silvio Roberto; LARA, Luiz Fernando. Desenvolvimento sustentável e os Stakeholders: um estudo no interior do Estado do Paraná. Revista Brasileira de Planejamento e Desenvolvimento, v. 12, n. 1, p. 200-219, 2023.

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Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
TÓPICOS ESPECIAIS EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Sigla: DE Número: 68302 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Conteúdos específicos a serem ministrados de acordo com as necessidades e demandas emergentes.

Bibliografia:DALLABRIDA, Valdir Roque. Teorias do desenvolvimento: aproximações teóricas que tentam explicar as possibilidades e desafios quanto ao desenvolvimento de lugares, regiões, territórios ou países. Curitiba: Editora CRV, 2107. 238 p. MOYER, Jonathan D.; HEDDEN, Steve. Are we on the right path to achieve the sustainable development goals?. World Development, v. 127, p. 104749, 2020. KOPNINA, Helen. Education for the future? Critical evaluation of education for sustainable development goals. The Journal of Environmental Education, v. 51, n. 4, p. 280-291, 2020. BISCALCHIM, B. R.; BARREIRA, A. CITIES THAT ARE LOSING INHABITANTS: AN ANALYSIS OF THE BRAZILIAN REALITY. Revista Produção e Desenvolvimento, v. 6, 31 Jul. 2020.

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TÓPICOS ESPECIAIS EM PROMOÇÃO DA SAÚDE
Sigla: DSP Número: 2027 Créditos: 3
Data de Início: 27/08/2022 Data de Fim: -

Ementa: A saúde é um recurso que impacta seriamente o desenvolvimento social e econômico, de um território. Fatores que extrapolam os determinantes biológicos podem promover ou prejudicar a saúde. Esta disciplina envolve os estudos destes fatores, os determinantes sociais da saúde, bem como as políticas públicas e iniciativas diversas voltadas para a promoção da saúde.

Bibliografia:Oliveira, J. L. D. M., Cohen, S. C., Kligerman, D. C., Cardoso, T. A. D. O., Assumpção, R. D. S. F. V., & Barrocas, P. R. G. (2020). Os desafios do saneamento como promoção da saúde da população brasileira. Saúde em Debate, 43, 4-5. Azevedo, E. D., & Pelicioni, M. C. F. (2011). Promoção da Saúde, Sustentabilidade e Agroecologia: uma discussão intersetorial. Saúde e Sociedade, 20, 715-729. Silva, P. F. A. D., & Baptista, T. W. D. F. (2015). A Política Nacional de Promoção da Saúde: texto e contexto de uma política. Saúde em debate, 39, 91-104. Morais, A. P. P., Guimarães, J. M. X., Alves, L. V. C., & Monteiro, A. R. M. (2021). Produção do cuidado na atenção psicossocial: visita domiciliar como tecnologia de intervenção no território. Ciência & Saúde Coletiva, 26, 1163-1172. Amaral, M. M. S., & Escóssia, L. D. (2021). Por uma clínica de (s) território no contexto do SUS. Fractal: Revista de Psicologia, 33, 31-40.

Cursos

Curso Nível Carga Horária
DESENVOLVIMENTO REGIONAL E SISTEMAS PRODUTIVOS Mestrado 45.0
 

Área(s) de Concentração Obrigatória(s) à Disciplina

Gestão de Sistemas Produtivos e Desenvolvimento Regional  
TÓPICOS ESPECIAIS EM SISTEMAS PRODUTIVOS
Sigla: DE Número: 68303 Créditos: 3
Data de Início: 11/02/2019 Data de Fim: -

Ementa: Conteúdos específicos a serem ministrados de acordo com as necessidades e demandas emergentes.

Bibliografia:Latour, B. Para distinguir amigos e inimigos no tempo do Antropoceno. Revista de Antropologia, São Paulo, USP, 2014, v. 57 nº 1. 35. Latouche, S. O decrescimento. Por que e como? In Enfrentando Os Limites Do Crescimento: Sustentabilidade, Decrescimento e Prosperidade. (1a ed.). Rio de Janeiro: Garamond, 2012. Léna P.; Issberner, L-R. Anthropocene in Brazil: An inquiry into development obsession and policy limits. In: Brazil in the Anthropocene:Conflicts between predatory development and enviromental policies. Routledge Environmental Humanities series. 2018. Bonaiuti, M. A Caminho da Grande Transição. In: Léna, P.; Nascimento, E.P. do (Orgs.) Enfrentando os limites do Crescimento. Sustentabilidade, decrescimento e prosperidade. Rio de Janeiro: Garamond, (p.79- 105), 2012. Martine, G.; Alves, J.E.D. Economia, sociedade e meio ambiente no século 21: tripé ou trilema da sustentabilidade? R. bras. Est. Pop., Rio de Janeiro, v.32, n.3, p.433-460, set./dez. 2015. Motta, W.H.; Issberner, L-R; Prado, P. Eco-Innovations: Kick-Starting the Circular Economy. ECSEE 2017, The European Conference on Sustainability, Energy & the Environment., 2017. Motta, W.H.; Issberner, L-R; Prado, P. Life cycle assessment and eco-innovations: What kind of convergence is possible? Journal of Cleaner Production 187 (2018) 1103e1114, 2018. 44. Ritzén, S.; Sandsrom, G.O. Barriers to the Circular Economy – integration of perspectives and domains. The 9th CIRP IPSS Conference: Circular Perspectives on Product/Service-Systems, Procedia CIRP 64 ( 2017 ) 7 – 12., 2017 45. Rizos, V.; Tuokko, K.; Behrens, A. The Circular Economy: a review of definitions, processes and impacts. 2017. Retrieved from http://ecologic.eu/sites/files/publication/2017/2809-circulareconomy_review-of-definitions-processes-and-impacts_final.pdf. Santos, F.D. Os Desafios Ambientais Criados pela Grande Aceleração do Pós-Guerra. Nação e Defesa N.º 122 - 4.ª Série pp. 61-78, 2009. UNEP. Decoupling natural resource use and environmental impacts from economic growth, A Report of the Working Group on Decoupling to the International Resource Panel. Fischer-Kowalski, M., Swilling, M., von Weizsäcker, E.U., Ren, Y., Moriguchi, Y., Crane, W., Krausmann, F., Eisenmenger, N., Giljum, S., Hennicke, P., Romero Lankao, P., Siriban Manalang, A. Copyright © United Nations Environment Programme, 2011. Veiga, J. E. Antropoceno: resgatar o fio da meada. Texto preparado para servir de “ponto de partida” e “roteiro” da Série de Seminários sobre o Antropoceno: IEE/USP, março-abril 2018: http://www.iee.usp.br/?q=pt-br/evento/série-de-seis-seminários-sobre-o-antropoceno Viola, E.; Basso, L. O Sistema Internacional no Antropoceno. RBCS Vol. 31 n° 92 outubro/2016.

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