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Ciclo de Conversas do PPRER: Jornalismo, mídias e discursos de ódio na contemporaneidade

Última atualização em Quarta, 05 de Maio de 2021, 01h43 | Acessos: 905
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O Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico-Raciais do Cefet/RJ tem o prazer de convidar para o Ciclo de Conversas que, no dia 5 de maio, quarta-feira, às 16h30min, recebe como convidadas a jornalista Luciana Barreto, âncora da CNN Brasil e egressa do PPRER, a professora e pesquisadora Rosane Borges, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), e a jornalista Andréia Coutinho Louback, também egressa do PPRER, para uma conversa sobre o trabalho em comunicação social e jornalismo hoje e de que modo os discursos de ódio têm permeado a cultura midiática na contemporaneidade. O Ciclo de Conversas é organizado por Felipe Machado, pós-doutorando no PPRER/Cefet/RJ.

Sobre as convidadas:
 
Luciana Barreto é âncora da CNN Brasil. Atualmente está à frente dos programas “CNN Nosso Mundo”, “Realidade CNN” e “CNN Novo Dia” na TV e comanda o podcast “Entre Vozes”. Formada pela PUC-Rio, começou a carreira aos 23 anos como repórter e apresentadora. Já trabalhou nos canais Futura, GNT, BandNews, na TV Bandeirantes, TVE e TV Brasil. Ganhou o Prêmio Nacional de Jornalismo Abdias Nascimento, em 2012, pelo programa “Caminhos da Reportagem – Negros no Brasil: brilho e invisibilidade”. Foi eleita uma das Mulheres Inspiradoras de 2015 pelo Think Olga, depois de denunciar, no Senado Federal, os problemas enfrentados pela população pobre. Em 2018, recebeu o prêmio “Sim a Igualdade Racial” na categoria “Em Pauta”, por seu trabalho na mídia contra o racismo. No mesmo ano foi eleita Embaixadora de Turismo do Rio de Janeiro por dar visibilidade ao estado através do ativismo em prol do respeito à diversidade. Também em 2018, começou a carreira no cinema, assinando o pré-roteiro e entrevistas do longa-metragem documental “A Última Abolição”, da Globo Filmes.  Luciana Barreto é mestre em relações étnico-raciais e  também palestrante e ativista de direitos humanos.
 
Rosane Borges é jornalista, pesquisadora colaboradora do Colabor (Centro Multidisciplinar de Pesquisas em Criações Colaborativas e Linguagens Digitais), da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). É doutora e mestre em Ciências da Comunicação pela USP (2008), ex-coordenadora do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra (CNIRC), da Fundação Palmares, órgão do Ministério da Cultura (2013). É articulista da Revista Carta Capital Digital e do blog da Editora Boitempo, e escreve regularmente nos portal de notícia "Jornalistas Livres". Integra o CORE (Conselho Internacional Reinventando a Educação) e o selo eiditorial Aquilombô (MG). Fez parte também do Conselho Nacional de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (CNPIR) da Seppir (Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (2012-2014). Possui diversos livros publicados, entre eles: Esboços de um tempo presente (2016), Mídia e Racismo (2012); Jornal: da forma ao discurso (2002), Rádio: a arte de falar e ouvir (2003), Espelho infiel: o negro no jornalismo brasileiro (2004).
 
Andréia Coutinho Louback é fellow do programa Humphrey Fellowship na Universidade da Califórnia (UC Davis), graduada em Jornalismo pela PUC-Rio e mestra em Relações Étnico-Raciais pelo CEFET/RJ. Durante o mestrado, desenvolveu uma pesquisa sobre trajetórias de mulheres negras no jornalismo, especializando-se na linha de mídia, gênero e raça. É conselheira da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Casa Fluminense e da Rede Narrativas. Entre seus principais temas de paixão e incidência estão: justiça climática, urbanização inclusiva e desigualdades raciais. Entre 2018-2020, coordenou a comunicação estratégica do Instituto Clima e Sociedade (iCS), sendo responsável por intermediar o relacionamento da organização com a mídia, cobertura, produção e gerenciamento de todas as redes e produtos institucionais. Em seguida,  coordenou a área de comunicação e mobilização de um projeto de justiça climática e socioambiental no Instituto Alana. Hoje, é consultora de justiça climática e desenvolve projetos, estudos e narrativas sobre mudanças climáticas e desigualdades sociais — e raciais — no Brasil.
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